terça-feira, 24 de julho de 2012

A Libertação dos Livres Pregação 22/07/12




Tema: “A libertação dos livres”

Texto: Êx. 5:01.

Introdução

·         Faraó era o inimigo do povo de Deus, portanto um protótipo de satanás. Israel era um protótipo da igreja.

·         A bíblia diz que o povo de Deus estava vivendo debaixo de uma “prisão”. Quem estar preso precisa de que? R= liberdade ou libertação. Tem muita gente livre, mas não liberto.

·         Não quero que você considere essas palavras no seu sentido ortográfico ou etimológico, mas no seu sentido teológico.

·         Eles estavam longe do Egito, mas continuavam debaixo dos valores e conceitos do Egito.

·         Então eu chego nessa introdução a algumas conclusões:

·         1º Eu posso sair do mundo e a mentalidade do mundo não sair de mim.

·         2º Libertação é mais do que liberdade. Ex: A história da águia que foi criada como galinha.

·         Libertação acontece na mente (metanoia). Rm. 12:2 =... Renovação da vossa mente...

·         3º Libertação é mais do que perdão.

·         Eu posso estar falando agora para homens perdoados, mas não libertos.

·         4º O inimigo pode dominar áreas das nossas vidas sem que estejamos no seu território (Egito), através de conceitos.

·         O que nos governa são conceitos. Onde estão os conceitos? R= na mente.

·         O mundo é governado por conceitos, igrejas são governadas por conceitos, famílias são governadas por conceitos, pessoas são governadas por conceitos.

·         Os piores demônios não são aqueles que incorporam, e rangem dentes, ou viram os olhos, ou gritam etc., mas os piores demônios são aqueles que não fazem barulho eles criam conceitos: educadores, políticos, artistas, atletas, empreendedores criam conceitos.

·         O que é o evangelho? O conceito de Deus para a humanidade.

·         Israel foi livre do Egito, mas a libertação foi um processo. O objetivo dessa palavra é fazer você descobrir onde você estar nesse processo.

Desenvolvimento

1.       A primeira estratégia do diabo é criar duvidas (Êx. 5:02).

·         A dúvida é a prova da incerteza. Hb. 11:01.

·         Se o inimigo conseguir criar duvidas na sua mente sobre a direção de Deus você sempre estará debaixo do seu domínio.

·         Sabe por que existem pessoas inconstantes na igreja? É por que no fundo elas não têm certeza do que são e nem do que estão fazendo.

·         Sabe por que um carnaval, um festejo junino, um forró, uma intriga, uma tribulação desvia muitas pessoas da igreja? Por que elas dúvidas sobre muitas coisas inclusive sobre quem elas estão servindo.

·         Onde a duvida atua? Na mente. Ela é o campo de batalha.



2.       A segunda estratégia do inimigo é nos distrair com o ativismo (Êx. 5:09).

·         Façam com que eles trabalhem tanto, mais tanto que não tenham tempo para pensar no propósito de Deus.

·         Se você pensar você trabalhará menos e terá mais resultados.

·         Nós pensamos aonde? Na mente. Na mesma mente que ele tenta criar duvidas quando não consegue então fará você não ter tempo para pensar.

·         Cuidado com essa filosofia do mundo: você é o que você tem. No Reino você é o que você é.

·         Obs: você acha que o inimigo não usa essa estratégia inclusive dentro da igreja? Tem muita gente num ativismo louco dentro da igreja ao ponto de não ter tempo nem para ouvir Deus.

·         Qual foi a ultima vez que você investiu na sua mente lendo uma boa literatura, ouvindo bons áudios?

·         Eu desde sedo aprendi o valor da vida devocional, mesmo pastoreando uma igreja.



3.       A terceira estratégia é criar uma mentalidade contraria a direção de Deus (Êx. 8:25).

·         Vocês não precisam fazer a festa para Deus no deserto, ela pode ser feita aqui no Egito.

·         Se você está servindo a Deus do seu jeito, você não está servindo a Deus.

·         Essa estratégia do inimigo é a mais antiga: criar uma mentalidade contrária a direção de Deus. Isso aconteceu no Édem.

·         O que aconteceu com Eva quando ela decidiu andar na direção oposta a de Deus? R= Morte.

·         O que aconteceu com Jonas quando ele estava andando na direção contraria a de Deus? R= provocou uma tempestade.

·         Um homem fora da direção de Deus é um provocador de tempestades.

·         Qual a direção você tem andando?



4.       A quarta estratégia do nosso inimigo é: sirvam, mas não se envolvam (Êx. 8:28).

·         Como ele não conseguiu vencer o povo de Deus com a dúvida, e não conseguiu os fazer desistirem, então ele mudou a estratégia, já que vocês querem ir então vão lar, mas não se envolvam, não se aprofundem, sejam penas crentes domingueiros, meros freqüentadores de cultos. Ah, outra coisa não façam escola de líderes, sejam apenas crentes.

·         Tem gente que foi livre, mas ainda não foi liberto dessa mentalidade.

·         Se você se converteu, mas ainda não estar envolvido, você precisa de arrependimento, ou seja, mudança de mentalidade.



5.       A quinta estratégia é: se envolvam, mas não coloquem suas famílias nesse projeto de Deus (Êx. 10:10).

·         Faraó disse: Ta certo, já que eu não conseguir vencer vocês com a dúvida e com o ativismo, e nem com a mentalidade da direção contraria, ou com a mentalidade de servir, mas não se envolver, então vão lá sirvam e se envolvam, mas não coloquem a família de vocês nesse projeto.

·         Sejam envolvidos servos de Deus, mas deixem a família de vocês aqui comigo, no meu domínio.

·         O que você tem feito para envolver sua família nesse projeto de Deus? Você talvez tenha envolvido muitas outras pessoas, mas é preciso também envolver sua família.

·         Por isso que o inimigo vai tentar resistir de todas as formas os lares de paz, por que é um projeto para a família.

·         Temos muitos projetos na igreja, mas esse é bem especial por que ele visa envolver famílias no projeto de Deus.



6.       A sexta estratégia foi: se envolvam, levem a família, mas deixem suas finanças sobre meu domínio (Êx. 10:24).

·         A estratégia do inimigo era: vão, sirvam a Deus, mas sirvam pobres, não sejam prósperos, deixem a riqueza comigo. Essa mentalidade foi incutida na igreja pelo próprio inimigo, pois conceitos governam pessoas. Você é um livre que precisa ser liberto desse ensino do Egito.

·         Ensinos como: O reino de Deus é dos pobres, e dinheiro é a raiz de todos os males. Fizeram com que os servos de Deus satanizassem dinheiro.

·         Na verdade o que a Bíblia diz é: o reino de Deus é dos pobres de espírito (humildes). E diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

·         Essa foi a ultima estratégia do inimigo: Vão, sirvam a Deus, se envolvam, levem a família, mas deixem as finanças de vocês sobre meu domínio.

·         O inimigo pode dominar as finanças de um livre? Pode. Só não pode de um liberto.

·         Como ele pode dominar as finanças de alguém que já foi livre do Egito? Ele precisa de uma legalidade para tocar nas suas finanças. Essa legalidade é a infidelidade nos dízimos. Você sabe o que é dízimo? Dizimo só é dizimo se for 10%.

·         Você sabia que o devorador não é repreendido por oração, jejum ou corrente?

·         Deus quer que você seja prospero, mas não dono.

·         Quando eu fico com o que Deus não me deu, eu vou perder até aquilo que Ele me deu. Ex: o fruto e o Jardim; os 10% e os 90%.

·         Seja totalmente liberto não deixe nada sobre o domínio do inimigo. Se você não tem sido um fiel dizimista, passe a ser e Deus cumprirá a Palavra na sua vida. (Ml. 3:08-10).

·         Se converta, mas se envolva. Se envolva, mas leve sua família nesse projeto. Envolva sua família nesse projeto e não deixe suas finanças no domínio do inimigo. Não deixe ao inimigo nenhuma legalidade para que ele toque nas suas finanças.

·         A geração que via implantar o Reino de Deus não é a geração dos livres, mas a geração dos libertos.

Conclusão

·         Talvez você esta livre do Egito, mas ainda não foi liberto dos seus conceitos.

·         Libertação acontece na mente, no sistema de crenças, metanoia. Arrependimento foi uma palavra que Jesus não pregou apenas aos ímpios, mas também aos religiosos.

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